quarta-feira, 18 de março de 2009

SÉRIE RAÍZES: VIEIRA, PASSOS E SIQUEIRA DE VIÇOSA DO CEARÁ

As origens históricas da família Vieira, em Viçosa do Ceará, remontam à primeira metade do século XVIII, mais precisamente por volta de 1739 ou 1740.

Essa antiga família do setecentos está ligada à própria história da colonização do Ceará a partir do século XVIII. Porém poucos tem conhecimento desses fatos, de forma que outros clãs se insurgem, em tempos mais recentes, apagando as origens dos antigos colonizadores portugueses do século XVIII e seu processo de inculturação e miscigenação.
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É sabido que a colonização do "Siará Grande", como era designado o que hoje se entende mais ao menos ao Estado do Ceará, nordeste brasileiro, se deu muito tardiamente em relação ao Brasil, pois os indígenas ali estabelecidos desde tempos imemoriais e outros que migraram do litoral resistiram à invasão e ocupação portuguesa. Eis a razão pela qual a ocupação portuguesa buscou ajuda aos missionários religiosos, particularmente aos jesuítas – que tiveram já em 1608, insucesso na região da Ibiapaba (cuja emblemática, levada à cabo por muitos anos, foi a célebre morte do missionário Francisco Pinto, cantada e decantada na literatura religiosa e apologética do padre Antonio Vieira) e que só iriam fundar reduções a partir do final do século XVIII, quando os próprios índios o requereram, como uma forma de defender-se da ferocidade dos bandeirantes, vendo-se na iminência de tornarem-se escravos dos colonizadores.

Os Vieira, ao longo de dois séculos e meio séculos foram perdendo a história de suas origens, crescendo em número e diminuindo em importância econômica, política e cultural - avessos que são, por tradição familiar, a essa última atividade humana como profissão. Isso se deu por orgulho de suas ancestrais, que mantiveram-se no isolamento rural, sem abertura a outros clãs, assim casavam-se primos com primos, fechando-se ao mundo e ao progresso, muma total, falta de visão e consciência de mundo, da mudança dos tempos e o conseqüente investimento em educação mais aprimorada de sua prole, dentre outros aspectos.

1.1. A origem do sobrenome Vieira: Todos os apelidos portugueses vêm geralmente de algum lugar ou de alguma atividade profissional. No caso específico Vieira pode ter se originado na região do Minho, município português do distrito de Viana do Castelo ou da freguesia do conselho de Vieira do Minho, bem como Vieira de Leiria, freguesia do conselho da Marinha Grande, daí o símbolo da concha em leque utilizado nos brasões tradições, com as seguintes significações:

a) De cunho teológico e espiritual a Vieira leva-nos a uma história sobre
Santo Agostinho, " que, encontrando um jovem na praia, que com uma concha procurava pôr toda a água do mar num buraco cavado na areia, lhe perguntou o que fazia; e, tendo obtido a resposta, explicou-lhe a sua vã tentativa, e, assim, Santo Agostinho compreendeu a referência ao seu inútil esforço de procurar fazer entrar a infinidade de Deus na limitada mente humana. Está aí expresso um convite ao conhecimento de Deus, mesmo se na humildade da incapacidade humana.”, conforme explicações do brasão do papa Bento XVI, que a tem em suas armas.

b) De cunho material e existencial: A Vieira dourada ou em cor amarela utilizada nos brasões simboliza a nobreza, autoridade, premência, generosidade, ardor religioso..
1.2. - João Vieira Passos, o fundador:A história dos Vieira na Ibiapaba tem início a partir de um João Vieira Passos¹ de origem portuguesa, que chegara às terras brasileiras por volta de 1739 ou 1740. Certamente esse personagem histórico achegou-se à Ibiapaba movido pelos indícios do desenvolvimento econômico da Redução Missionária de São Francisco Xavier, cuja tomada dos jesuítas criadores e gestores do sistema até ocorreu em 1759 ou mesmo em busca do eldorado perdido a que as montanhas brasileiras despertavam nos aventureiros e colonos.

Mas deixando de lado o romantismo é interessante notar que a partir de 1750 a política da coroa portuguesa volta-se contra as práticas missionárias que se tinham implantado em suas colônias, desde o século cujas as idéias de “secularização das missões” são postas em prática, o que significada tomar o poder dos padres católicos e entregá-la nas mãos dos civis e isso possivelmente induziu muitos portugueses a aventurarem-se nessa empreitada, fato que iria acontecer em 1757, com a expulsão dos jesuítas das colônias portuguesas.

A base geográfica dos Vieira em Viçosa estavam nas terras da Buira (8) e Ubari, portanto fora do aldeamento missionário e à espera da tomada de poder pelo estado português, cujas terras, no geral, foram adquiridas em leilão.

Conforme pesquisas genealógicas publicadas os Vieira teriam um mesmo tronco comum de João Vieira Passos. Os registros genealógicos dão conta que João Vieira Passos, (+- 1723 - 1773), foi pai de João Álvares Passos (+- 1765-1815), "João Ruim", como ficou conhecido no sertão de Granja, casou-se com Genoveva Rodrigues da Câmara, filha do português António (...) que gerou João Antonio Vieira Passos (+- 1782 -1832), cuja mulher era Florinda Siqueira (?) no caso específico pais de José Antônio Vieira (+- 1799 - 1849), a partir do qual desenvolvemos árvore genealógica objeto desse estudo. (2)

Após a expulsão dos Jesuítas e a implantação do Diretório dos índios e a criação da "Villa Viçosa Real" , em 07 de julho de 1759, iremos encontrar formando a administração da Vila, como vereador, um tal de Agostinho de Brito Passos, o que intuo como um dos descendentes de João Vieira Passos, filho ou sobrinho, talvez.

João Álvares Passos (1765-1815)2 , tinha o cognome de "João Ruim"³. Tinha a fama de perverso, possuía cativos(4). Dado a ausência da escravidão africana em terras Cearenses, particularmente na região Hoje conhecida como Ibiabapa e Viçosa, e dado a coincidência do tempo histórico de João Álvares com a expulsão dos Jesuítas, a dispersão dos índios e o escravizamento desses, então fora da proteção missionária, intuo que João Álvares teria sido um desses homens que criou o seu patrimônio pelas mãos dos “caboclos” escravizados, (6) como eram chamados os aborígines brasileiros. Mas ao que parece João Álvares Passos morreria endividado.

Nos dias atuais a grande família está espalhada por todo o Brasil - e mundo- como também muitos de seus descendentes permanecem em Viçosa, tanto na urbe quanto na região rural. Tanto pessoas com recursos econômicos e culturais como trabalhadores mais humildes e até sem escolaridade.

Em minhas pesquisas, a partir de minha própria árvore genealógica pelo lado de meu avô Paterno, Francisco José Vieira, consegui, com auxilio de minha tia Mª Carmélia Vieira, identificar parte dessa grande família a partir de meus tataravôs José Antônio Vieira e Cândida Siqueira Vieira, dados por vezes necessitando de correções, alterações e ampliações, particularmente dado a enorme repetição de nomes "Franciscos" e "Franciscas" e casamentos com parentes próximos (endogamia), sem contar o distanciamento das pessoas, por razões diversas, contando ainda com migrações para outras regiões e cidades dadas ao longo do século XIX e XX.

A fim de melhor esclarecer esses fatos solicito ao leitor, da mesma árvore geológica que nos ajude a identificar melhor essa linhagem, inclusive com as datas de nascimento e mortes que permanecem perdidas pelo tempo.Isso ajudará a construir melhor a história da família entendendo a nossa realidade na formação cultural e histórica de Viçosa, do Ceará e do Brasil.

1. João Vieira Passos, (+- 1723 - 1773);


2. João Álvares Passos ( .... -1845), "João Ruim", como ficou conhecido em seu tempo, casou-se com Genoveva Rodrigues da Câmara, filha do português António Ferreira Alvarenga e Ana Maria Rodrigues da Câmara; http://iconacional.blogspot.com/2009/06/ancestralidade-dona-victoria-rodrigues.html e neta de Victória Rodrigues da Câmara, que se diziam ser filha natural do padre jesuíta Ascengo Gago com uma índia filha do cacique d. Felipe de Sousa Castro.


3. João Antonio Vieira Passos (+- 1782 -1832), cuja mulher era Ângela Maria de Jesus no caso específico pais de, (entre outros filhos aqui não demonstrados):


4. José Antônio Vieira (+- 1799 - 1849), a partir do qual desenvolvemos árvore genealógica objeto desse estudo.
4. José Antônio Vieira (f.21.7.1918) e Cândida Hermelina de Siqueira (f.11.11.1912), contrairam matrimônio por volta de 1820/1827, na Matriz de Nossa Senhora da Assunção da Villa Viçosa Real d'América, oficiado pelo padre Manoel Pacheco Pimentel (1825-1827), tiveram os seguintes filhos:


4.1.. Raimundo José Vieira, que casou com Raimunda Hermelina de Siqueira;


4. 2. João Calixto do Siqueira, que casou com Maria José Vieira;


4.3. Conrado José Vieira, que casou com Leonor Carneiro Mapurunga;


4.4. Antonio José Vieira, que casou com Maria José Álves de Siqueira, (álibe Álvares de Siqueira) bisavós do autor desse artigo.


4.5. José Antonio Vieira, que casou-se com Raimunda Vieira de Sousa;


4.6. Maria Genoveva de Siqueira, que casou com Manuel Lopes de Araújo;


4.7. Jacinta Vieira;


4.8. Francisca Vieira que casou com Antonio Domingues Veras;



DA DESCENDÊNCIA DOS FILHOS DE JOSÉ ANTONIO E CÂNDIDA HERMELINA:




Foto de Antonio Siqueira Vieira, feita em 1950, em sua casa na Buíra, repare na rusticidade da habitação


4.4. Da parte de Antonio Jósé Vieira (1870 - 22.07.1955), c.c. Maria José de Siqueira (1876 -15.04.1942), filha de Francisco Machado de Siqueira e Florinda Álvares Siqueira. Primos legítimos. Contraíram matrimônio em 03 de julho de 1888, ela então com apenas 12 anos, na Matriz de Nossa Senhora da Assunção da Villa Viçosa Real d'América, oficiado pelo Padre José Bevilácqua (1844-1905). O casal passou a coabitar como marido e mulher somente em 1896. Por alegada "promessa" de Maria José todos os filhos receberam o nome no batismo de Francisco e Francisca, de forma que a maioria dos filhos tem o mesmo nome, todos porém eram chamados por putros nomes: Rosa, Florinda, Teté, Homim, Frasquim, Florinda, Benedita, Santa, Siqueira, Mocinha, Sinhá (conforme abaixo) sem os ter de fato em seus registros. Conta-se, em família, que isso se deu por conta de Mª José "não se dar muito bem com a sogra" de nome Cândida que Antonio Vieira, queria dar á filha mais velha, assim sendo a "promesssa" fora inventada para evitar o contragosto. Os netos o chamavam ao avô de "Padrinho Vieira".
4.4.1. José Vieira de Siqueira, contraiu matrimônio com Francisca Vieira de Siqueira. O casamento de Zé Vieira foi em Parnaíba/PI, para onde havia migrado em sua juventude, tiveram sete filhos.
4.4.2. Francisco José Vieira (17.02.1898 - 05.04.1975), contraiu matrimônio com Luíza Amélia Marques Viana (27.12.1905 - 25.02.1978). Filha de João Maraues Vianna JOÃO (*1875- †... ) c.c. Philomena Marques Vianna (Filó) http://iconacional.blogspot.com/2009/05/familias-vicosenses-marques-viana.html, naturais de Viçosa do Ceará, casamento realizado na Matriz de Nossa Senhora da Assunção de Viçosa em fevereiro de 1922, oficiado pelo Padre José Carneiro da Cunha (1912-1939). Residiram em Viçosa. Estão sepultados no Cemitério São João Batista. O casal teve 14 filhos, criando-se 10. Francisca Amélia Vieira (Neném), primogênita nascida em 29.01.1924. Professora de peimeiras letras em Viçosa, educou gerações, Irmã Maria Amélia Vieira, (Amelinha). É religiosa conhecida como Irmã Lúcia Vieira, Filha da Caridade de São Vicente de Paulo, reside em Caicó/RN, há mais de 50 anos, onde é um ícone no cuidado com idosos e educação da juventudde, Honorina Amélia Vieira, (Nitinha), casada com Giornado Porto de Macedo, sem filhos, Irmã Maria Helena Vieira, (Dolena). Filha da Caridade de São Vicente de Paulo da Província de Belo Horizonte, integrava o primeiro grupo de religiosas a habitar Brasília em 1960, fundando a creche Medalha Milagrosa no Lago Sul, hoje desenvolve trabalhos sociais no Bairro da Ceilância, no Distrito Federal, Maria Filomena Vieira - falecida criança, Luiz Gonzaga Vieira, servidor da Receita Federal, falecido em 1987, casado com Maria Nilva Teixeira Peixoto, http://iconacional.blogspot.com/2009/04/familias-cearendes-origem-dos-teixeira.html. Hugo Vieira, falecido criança, Vicente de Paulo Vieira, Oficial da reserva da Marinha, casado com Mª do Socorro Pacheco de Siqueira Vieira. Fernando Vieira, e Hugo Vieira, falecidos criança, Francisco de Assis Vieira, Serventuário da Justiça aposentado,(faleceu em 03.01.2011, sepultado no Cemitério de Viçosa em 04.01.2011) casado com Maria das Vitórias Fontenele. Maria Carmélia Vieira, Educadora do Estado do Ceará, graduada em Estudos Sociais, Áurea Stela Vieira, falecida com problemas cardíacos no Rio de Janeiro em 1973, foi professora estadual do Grupo Escolar Júlio de Carvalho. Foi sepultada no Rio de Janeiro, teve seus restos mortais trasladados posteriormente para Viçosa, onde se encontra no jazigo da família e Maria Francinete Vieira, Educadora, com várias graduações e especializações, viúva de Ednaldo Siqueira Pacheco, falecido em maio de 2009. http://iconacional.blogspot.com/2009/05/blog-post_12.html.


4.4.3. Francisco (Raimundo) Siqueira Vieira, c.c. Violeta Cunha Cavalcanti. O casal passou a residir em Fortaleza a partir dos anos de 1960, onde faleceram e foram sepultados.


4.4.4. Francisca (Florinda) Siqueira, sem descendência. Faleceu nos anos de 1970, em Viçosa , e está sepultada no jazigo de Fcº José Vieira ;


4.4.5. Francisca (Rosa) Vieira, c.c. Perilo Elpídio dos Santos, sem descendência – Rosa casou-se com Perilo já em idade avançada, quando ele jé era viúvo, moravam no distrito de General Tibúrcio. Rosa faleceu nos anos 1980, em Viçosa, e está sepultada no jazigo de Fcº José Vieira.


4.4.1.6. Francisca (Benedita) Vieira Siqueira, c.c. João Calixto de Siqueira Filho, primos em 1º grau. Moravam no Juá dos Vieiras, distrito de Viçosa com descendência;


4.4.7. Francisca Vieira Siqueira (Siqueira), c.c. Antonio Tavares, dos quais nasceram quatro filhos. Após a morte de Patriarca a família mudou-se para Fortaleza;


4.4.8. Francisco Vieira Siqueira (Fransquim). Faleceu em Viçosa, sem descendência; Está sepultado no cemitério do Sítio Buíra.


4.4.9. Francisca Vieira Siqueira (Mocinha) c.c...... , com descendência. Dos quais nasceram seis filhos.


4.4.10. Francisca Siqueira Vieira (Sinhá), c.c. Antonio Passos. Do casal nasceram seis filhos.


4.4.11. Francisca (Santa) Siqueira Vieira c/c José Veras Vieira (1.6.6). Com descendência.


4.3 - Da parte de Conrado José Vieira,c.c. Leonor Mapurunga, ela era filha de Maria Joaquina e José Carneiro da Cunha Mapurunga, eles eram primos legítimos.


4.3.1. Maria Mapurunga Vieira c.c. Tomaz Pereira;


4.3.1. – Cândida Mapurunga Vieira c.c. Antonio Cardoso Sobrinho;
4.3.3. – Osina Vieira c.c. Antônio da Paz dos Santos;
4.3.4. – Francisca Mapurunga Vieira c.c. Raimundo Paz dos Santos;


4.3.5. – Raimunda Vieira Mapurunga c.c. João Vieira de Araujo; 4.4.6.– Maria Mapurunga Vieira (Arica) c.c. Vicente Domingos;


4.3.7 – José Conrado Vieira c.c. Rosalina Firmina de Miranda;


4.3.8 - Antônio Conrado Vieira c.c. Cândida Veras Vieira;


4.3.9 - Manoel Conrado Vieira c.c. Vicência Helena de Araújo;


4.3.10 - Norberto Conrado Vieira c.c. Durçulina Beviláqua Vieira, filha de Fcº Vieira e Mª Beviláqua (ver abaixo) e em 2ªs núpcias com Júlia Ferreira de Sousa.


4.3. Da parte de João Calixto de Siqueira c.c. Maria José de Siqueira, do casal nasceram:


4.3.1. José Nolasco Pereira (n. 1885);


4.3.2. Maria Siqueira de Araújo c.c. Joaquim Teodoro de Araújo;


4.3.3. Joaquim Pereira de Siqueira (n. 1892);


4.3.4. Francisco Calixto de Siqueira (n. 1895);


4.3.5. João Calixto de Siquira Filho (n. 1895) c.c Benedita Vieira de Siqueira;


4.3.6. Conrado Calixto de Siqueira (n. 1896);


4.3.7. Manoel Calixto de Siqueira (n. 1897);


4.3.8. Maria do Livramento de Siqueira (1901) c.c. Raimundo Pereira;


4.3.9. Raimunda Siqueira de Sousa (n. 1903)


4.8. Da parte de Francisca Vieira casada com Antônio Domingues Veras.


4.8.1. Florinda Vieira Veras, c.c. José Francisco de Miranda. Florinda e Zé Miranda moram em Viçosa, onde faleceram. Estão sepultados no Cemitério S.João Batista. Dos quais nasceram os filhos: Júlia Vieira de Miranda, Maria Vieira de Miranda, solteira, Francisca Vieira de Miranda, falecida solteira em 2008, José Felipe Vieira de Miranda, Maria de Lourdes Vieira de Miranda, c.c. Francisco Pacheco, com descendência.


4.8.2. Elvira Veras Vieira, c.c. Felizardo Fontenele Pacheco. Contraíram matrimônio na Matriz de Nossa Senhora da Assunção em viçosa do Ceará em 1922, oficiado pelo Rev. Mos. José Carneiro da Cunha. Felizardo faleceu em 1977 e Dª Elvira nos anos de 1980. Estão sepultados em Viçosa. O casal teve 08 filhos: Luís, Antonio, Francisca (Chiquinha), Maria Veras (Bahia), Rosa (Lolô), George, Irmã Maria Helena , religiosa (FC), José (Teteco), Veras e Dilma Veras Pacheco.
4.8.3. Honorina Veras Vieira , c/c... com geração;
4.8.4. Alaíde Veras Vieira, c/c... com geração;
4.8.5.. Antônio Veras Vieira, c/c ... com geração;
4.8.6. José Veras Vieira, c/c Francisca (Santa) Vieira de Siqueira (1.1.12)

4.1 Da parte de Raimundo José Vieira, casou com com Raimunda Ermelina de Siqueira (contraiu 3 matrimônios): Essa árvore genelógica torna-se complexa dado o grande número de matrimônios e membros da família, que engloba grande parte da família "Pacheco" de Viçosa;Das 1ªs núpcias com Ermelina


4.1.1. Tristão Vieira (n. 20.12.1880 - f. 14.07.1858), casado em primeiras núpcias com Raimunda dos Santos, (dª Mundoca, n. 18.7.1887, f. 29.8. 1922) filha de Antonio Jorge dos Santos e Joana Fancelina dos Santos , naturais de Parnaíba (Dª Mundoca);


4.1.1.1. Francisca dos Santos Vieira (Santa) 1909- 1997 , c.c com João Evangelista de Miranda (1896 - 1959) , filho de Vicente Ferreira de Miranda e Júlia Carneiro Mápurunga;


4.1.1.2. Francisco Tristão Vieira (Toca), c.c. com Claudina Lopes ( natural de Granja/CE, que depois de casados passaram a residir em Tutóia/MA);


4.1.1.3. Francisca Maria Vieira Carvalho (Mira) Vieira, c.c. com Antônio Feliciano de Carvalho;


4.1.1.4. Francisca das Chagas Carvalho;


4.1.1.5. Francisco Raimundo Vieira;


4.1.1.6. Francisca das Chagas Vieira.


Em segundas nupcias de Tristão com Joaquina de Sousa Vieira (n. f. 18.04.1941), nasceram os filhos:


4.1.1.7. José Tristão Vieira;


4.1.1.8. Pedro Tristão Vieira;


4.1.1.9. Maria Edite Vieira;


4.1.1.10. Mariana de Sousa Vieira;


4.1.1.11. Teresa de Sousa Vieira;


4.1.1.12. Antônio Tristão Vieira;


4.1.1.13. Raimundo Tristão Vieira;


4..1.1.14. Manoel Tristão Vieira;


4.1.1.15. Luísa de Sousa Vieira;


4.1.1.1.16. Benedito Tristão Vieira e


4.1.1.17. Benedita de Sousa Vieira.



4.1.2. Francisco das Chagas Vieira (Chiquinho), c.c. com Maria Beviláqua. Dos quais naceram os filhos:


4.1.2.1. Benício Beviláqua Vieira, sem descendência (Nome dado em homenagem a seu biasavó materno o Padre Felipe Benício Mariz, vigário de viçosa entre 1817/1840);


4.1.2.2. Durculina Beviláqua Vieira (Dulcinha, nome dado em homenagem à sua avó materna Urçulina ou Durçulina) c.c. com Norberto Conrado Vieira, c/ desc.,


4.1.2.3. Íris Beviláqua Vieira, sem descendência;


4.1.2.4. Humberto Beviláqua Vieira, c.c. com.....c/ desc.;


4.1.2.5 Cecy Beviláqua Vieira, (faleceu em 2008) c.c. com Antonio Ferreira;


4.1.2.6. Luis Beviláqua Vieira, Eclesiástico (faleceu como Pároco de Paracuru/CE);


4.1.2.7. Edmundo Beviláqua Vieira, casado com Osmarina Magalhães Vieira;




Francisco Vieira casou-se em segundas núpcias com Marta, sua sobrinha em primeiro grau, não tendo filho, porém criando como filha sua sobrinha.



4.1.3. Clotilde Vieira (Coló), sem descendência;
4.1.4. Paulo Vieira , c.c. Gilberta Pacheco, dos quais nasceu Paulo Gilberto;


4.1.5. Maria Vieira, c.c. com Joaquim Fontenele Pacheco, com vários filhos: Maria Pacheco Vieira (Bahia); Rosemira Pacheco Vieira, c.c. Vicente Fontenele Figueira, Raimunda Pacheco Vieira, c.c. com José Mamede Fontenele. Beatriz Pacheco Vieira, c.c. Eduardo Alves Portela, Mirian Pacheco Vieira, c.c. Manoel Alves Portela, Raimundo Pacheco Vieira, c.c. Maria Amélia, José Pacheco Vieira, Mariana Pacheco Vieira, c.c. José Magalhães Vieira, Francisco Pacheco Vieira, c.c. Maria de Lourdes Vieira de Miranda, c. desc. (conforme 4.1.6.1.4 ) e Maria do Livramento Pacheco Vieira. Desse grupo famiar surge numeroso clã.
4.1.6 – Francisco Vieira. c.c. , dos quais naceram: João Vieira c.c. Maria Celeste Magalhães, com geração.


O TEXTO COMPLETO FOI RETIRADO EM VIRTUDE DE REVISÕES - POSTERIORMENTE O PUBLICAREMOS NA ÍNTEGRA


WASHINGTON LUIZ PEIXOTO VIEIRA (opinion.blog@hotmail.com)

Texto atualidado às 12h12 do dia 19/04/2011.

Texto atualizado em 18/05/2011;


Texto atualizado em 18/10/2011 às 10:16

Texto atualizado em 14/01/2011 - falecimento de Francisco de Assis Vieira

Referências: Este trabalho utilizou como referência diversos meios: Informações verbais, registros de lápides em túmulos ou cruzes, busca em registros eclesiásticos, nomes que foram encaminhados via internet por diversas pessoas que o leram ao longo dos cinco anos em que foi escrito, buscou a valiosa ajuda da obra Três Séculos de Caminhada de Vicente Miranda, que nos referimos em post anterior, a valiosa contribuição de Maria Carmélia Vieira, conhecedora da família  e outras obras de cunho genealógico. Possivelmente constam muitas omissões, fruto da própria dispersão da famílias. O motivo que nos levou a elaborar este trabalho foi - e é - de de alguma forma juntar as pessoas dispersas neste plano material e no espiritual num único lugar, o que de certa forma é o céu, sejam as nuvens, onde a internet percorre com os anjos e as ondas magnéticas. (Em 26.10.2014)

23 comentários:

Poupée disse...

Gostaria de saber a origem do sobrenome Mapurunga

Hildete disse...

Olá Washington, meu nome é Hildete Vieira lendo seu comentário sobre esta familia achei algo muito interessante, meus avós eram francisco e francisca não sabemos muita coisa sobre eles, minha mãe foi orfa e não os conheceu colhemos algumas informações c alguns parentes q sobreviveram, + aqui no Amazonas temos uma cidade chamada Anori q é quase que totalmente dos Vieira de onde é minha mãe, se vc tiver + algumas informações sobre os Vieiras que migraram p o Amazonas gostaria de conhecer......um abraço

Francisca Vieira disse...

Olá sou do Ceará e meu pai é de Varzea Alegre muito me interessei pelo seu texto. Cheguei a pensar que somos parentes de alguma forma. Será? um abraço....

MARIA SANTANA disse...

OLÁ, EU TENHO BUSCADO INTENSAMENTE POR MERO INTERESSE DE DESCOBRIR MEUS PARENTES: O MEU AVÔ PATERNO: MANOEL CONRADO VIEIRA LOPES, ELE IRA DO INTERIOR DO CEARÁ, MEU PAI FALAVA EM SENADOR POMPEU, RIO MANABUIU, VIÇOSA, CRATO ETC.... O NOME DO MEU PAI ERA FRANCISCO CONRADO LOPES, TENDO IRMÃOS LUIS CONRADO VIEIRA LOPES, MARIA CONRADO VIEIRA LOPES E OUTROS IRMÃOS QUE NÃO ME RECORDO O NOME DELES.
O MEU AVÔ TINHA A DECEDENIA ALEMÃ E ERA CASADO OM A MINHA AVÓ QUE ELE DIZIA SER DESCENDENTE DIRETO DE INDIO...QUERO MUITO ENONTAR A MINHAS RAÍZES ACHO MUITO INSTIGANTE E EMOCIONANTE, SENDO ASSIM QUEM SABE NÃO TERÍAMOS AGUM PARENTESCO? MARIA SANTANA CONRADO PORTELLA. UM GRANDE ABRAÇO.

joao vieira disse...

sou filho de jose magalhaes vieira e luiza de sousa vieira filhos de joao vieira e trietao vieira respectivamente gostaria de saber mais sobre o relato da familia vieira

MARIA SANTANA disse...

POIS ENTÃO COMO JÁ DISSE EU QUERO MUITO CONHECER A MINHA FAMILIA POR PARTE DO MEU PAI.
O MEU AVÔ PATRNO CHAMAVA-SE: MANOEL CONRADO LOPES E ERA CASADO COM MARIA VIEIRA LOPES (O VIEIRA CREIO SER DA PARTE DA MINHA AVÓ) E O CONRADO LOPES DO MEU AVÔ. MANOEL CONRADO LOPES ERA DE ORIGEM OU ALEMÃ OU HOLANDESA NÃO SEI BEM AO CERTO) O FATO É QUE EU QUERO MUITO CONHECER TODOS OS MEUS PARENTES QUE ESTÃO ESPALHADOS POR ESTE BRASIL AFORA. MAS ELE MORAVAM NO INTERIOR NO CEARÁ (QUIXERAMOBIM, MOMBAÇA, SENADOR POMPEU......) POR FAVOR SE TIVEREM ALGO, OU ALGUMA NOTICIA DE ALGUMA TIA,PRIMO..... este é o meu e-mail.MARIA SANTANA CONRADO PORTELLA(PORTELLA POR PARTE DA MINHA MÃE) SE O MEU PAI FOSSE VIVO HOJE ESTARIA COM 86ANOS)

MARIA SANTANA disse...

procurando por familiares...minhas raízes..

maria santana conrado portella

Penso e Falo disse...

Sou José Raimundo Vieira, Filho de Manoel Severiano Vieira, neto de Manoel Raimundo Vieira e Bisneto de Manoel Calixto Vieira, acredito que somos da mesma raiz, e mesmo sangue corre em nossas veias, sou do RN

MISSÃO ETERNA ALIANÇA disse...

caro amigo me chamo Gabriel Vieira Dutra sou de São Luis-Maranhão,e gostaria de saber se nossas famílias tem algo em comum,meus avos são de Morros-Ma.Gostaria de saber se temos alguma ligaçao.
nome dos meus avos-Bernardo Santos Vieira e Maria Aparecida Costa Vieira.aguardo notícias
gabriel-vieira-dutra@hotmail.com

roze disse...

Ola, sou Rozevalda Silveira Vieira,filha de Manoel José Vieira gostaria de saber se somos da mesma familia, meu pai e a familia dele moravam na bahia na cidade de Malhada de pedra,qualquer informção me comunique bjos

thiago disse...

Thiago Marial Vieira Devo ser um parente de algum de vc´s!!!

Bidwin disse...

Salve Washington,mano sou Antonio Edilson Vieira Lima,filho de Elias vieira da costa ,neto de Manoel Gonçalves vieira nasci na serra da Ibiapaba proximo a Crateús,moro em Catalão-go as vez somos parentes,pelo que li no seu relatorio,muito bom abraço....

folha disse...

Eu gostaria muito de encontrar a familia do meu pai,ele se casou com minha mãe no PR Tereza Luisa Camargo nome solteira adotou ao se casar c/meu Pai o sobrenome Vieira.
Meu -Luis Francisco Vieira.veio de alagoas.
MINHA MÃE FALECEU C/BALEADA POR LADRÃOES HÁ 20 ANOS.E MEU PAI VIVE.
segundo ele o nome da mãe dele era Cecilia (vieira)eles moravam c/ avo materno.ele é refugiado da revolução,na época ele tinha 15 anos é o que constava numa carteira de trabalho dele.OBRIGADA MEU NOME É Benedita Francisca vieira.

folha disse...

João vieira acredito que somos primos.
Meu pai é Luis Francisco Vieira
Nasceu No estado de Alagoas.e filho de Cecilia vieira é só o quem sabemos dele.só que apareceu na fazenda onde moravaminha avó materna no Pr.ele era filho de camponeses.é refugiado da revoluçaõ ...

Leão disse...

Meu nome é LEÃO RODRIGUES VIEIRA, meu pai, GRACIANO ANOTONIO VIEIRA, meu avo, JOAQUIM ANTONIO VIEIRA, meu avo migrou do nordeste possivelmente do Ceará, para Rondonia por volta de 1906. Meu avo pelas minhas contas nasceu ali por volta de 1860. É tudo que sei, gostaria de mais informações.Quem puder mme ajudar eu agradeço.

Aurélio Vieira disse...

Interessante, não sabia da história da família. Somos muitos!

Jorge Nascimento disse...

Olá boa noite. Estou a procura da família do meu avô que se chama Manoel Vieira da Silva que saiu de crateús-ceará aos 17 anos fugindo da seca e da fome. os nomes dos irmãos dele são Antônio Vieira da Silva, José Vieira da Silva, Maria José Vieira da Silva e Luiza Vieira da Silva.. Se alguém tiver notícia ou quiser fazer contato meu e-mail: jorge_junior_ape@hotmail.com / Facebook: http://www.facebook.com/junior.vayne

Jorge Nascimento disse...

Olá boa noite. Estou a procura da família do meu avô que se chama Manoel Vieira da Silva que saiu de crateús-ceará aos 17 anos fugindo da seca e da fome. os nomes dos irmãos dele são Antônio Vieira da Silva, José Vieira da Silva, Maria José Vieira da Silva e Luiza Vieira da Silva.. Se alguém tiver notícia ou quiser fazer contato meu e-mail: jorge_junior_ape@hotmail.com / Facebook: http://www.facebook.com/junior.vayne

Fenixlee disse...

Olá...meu pai é João Benício Beviláqua, primo de Humberto Vieira Beviláqua. Até alguns anos atrás ele tinha contato com Humberto, mas perdeu o telefone, não lembra o enderêço e vive me pedindo para procurar algum contato dele aqui pela internet. Por favor, se você souber o telefone dele ou endereço atuais, mande para meu email: fenix_girl@hotmail.com. Obrigada.

Carminda Fontenelle disse...

Mapurunga veio do apelido “Mapirunga” dado a José Carneiro da Cunha Araújo por seu avô José da Cunha Araújo que comparava as bochechas rosadas do menino a uma ubaia madura (fruta vermelha, cujo nome originado do tupi (mbae + pirãga), conhecida na época pelo nome de mapirunga. O menino, lisonjeado, tempos depois resolveu oficializar o apelido, incorporando-o definitivamente a seu nome, com a grafia de Mapurunga, em substituição ao Araújo, registrou-se como José Carneiro da Cunha Mapurunga, dando origem à tradicional família Mapurunga de Viçosa do Ceará.
Carminda Fontenelle

Carminda Fontenelle disse...

Mapurunga veio do apelido “Mapirunga” dado a José Carneiro da Cunha Araújo por seu avô José da Cunha Araújo que comparava as bochechas rosadas do menino a uma ubaia madura (fruta vermelha, cujo nome originado do tupi (mbae + pirãga), conhecida na época pelo nome de mapirunga. O menino, lisonjeado, tempos depois resolveu oficializar o apelido, incorporando-o definitivamente a seu nome, com a grafia de Mapurunga, em substituição ao Araújo, registrou-se como José Carneiro da Cunha Mapurunga, dando origem à tradicional família Mapurunga de Viçosa do Ceará.

maria telma vieira da costa disse...

Olá, sou maria telma vieira da costa, fillha de augusto de jesus vieira nascido em vieira do minho portugal , interessei-me pelo seu texto de alguma forma temos uma ligação pelo sobrenome vieira,sei que tive tios avos espalhados pelo Brasil.

regina elis disse...

acho que somos parentes meu se chamava Bernardo Vieira da Silva , filho de Pedro Vieira de Castro. Segundo meu pai falava que o seu veio do ceará com a família por causa de uma grande seca ocorrido eque suas descendência eram carcamano.
Me chamo Elis Regina moro em Araioses-ma