
Muitas coisas no Icó, em seu núcleo urbano, estão muito boas. É necessário reconhecer. O nível de zelo por algumas edificações históricas, o tratamento da grande rua larga, a limpeza de consideráveis números de outras ruas, etc, etc. e mesmo a praça onde ficava a estátua de dona Carlota Távora está muito boa, com exceção daquele passadio copacabanístico – nada a ver, totalmente desestético.
Outras porém chamam a atenção de forma gritante e logo para quem chega. Vejamos, por exemplo, o Terminal Rodoviário. Está verdadeiramento o “Ò”. (que não é o “Ò”. de Nossa Senhora do Ò). Até que os banheiros estão “limpinhos”, mas os restaurantes... De resto tudo muito feio e sujo (não vou nem entrar em detalhes, vá lá e veja com seus próprios olhos).
Nem parece aquele terminal dos anos 80, que achávanos, nós os icoenses da época, estar numa espécie de Nova York do sertão, de tão limpa e organizada que era.
Disseram-me que há um certo projeto que foi embargado pelo Ipham (será?), porém isso não justifica o descaso do poder público com aquele prédio, que é de um bonito projeto arquitetônico, mas não é tão grandioso. Bastava uma tintinha, umas plantinhas, umas luzinhas e alguns painéis dos logradouros históricos e a coisa se levantava mais ou menos, dava para passar.
Não eram necessárias obras magníficas, pisos de granito. Somente limpeza e um pouco de bom gosto.
Veja fotos postadas no blog:
http://www.icoenoticia.com/2011/04/imagens-do-terminal-rodoviario-gov.html
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